sábado, março 29, 2008

terça-feira, fevereiro 05, 2008

web 3.0 - individualidade ou a sofisticação da dominação do mercado?


Eu pertenço ao grupo dos que pensam que as denominações web 1.0 , 2.0 e, agora, 3.0 têm sua utilidade para designar aplicativos, processos, cultura de um determinado estágio de desenvolvimento da web. Porém, não são períodos distintos, não são rupturas no que se poderia chamar de um paradigma web.

Mais ou menos como entendo a pós-modernidade como mais um jeitinho que o capitalismo está dando para lidar com as suas crises.

Josh Catone, no Read Write Web, comenta a matéria de Jemima Kiss no jornal UK's Guardian, onde ela afirma que a web 3.o seria sobre recomendação e personalização. Diz ela:

"Enquanto os Tim Berners Lee do mundo trabalham para que a linguagem da web funcione mais eficientemente por trás do cenário, nossa tarefa é trabalhar inteligentemente com estas tecnologias em nossos negócios." (tradução BEM livre)

E cita o Facebook Beacon (que já comentei aqui, pela controvérsia que causou um tempo atrás), a Last.fm como exemplo do processo de personalização e recomendação.

Josh Catone comenta que o cenário desenhado por Jemima Kiss é o sonho dos marqueteiros. E evoca as definições de web 3.0 que seus leitores construiram, salientando a de Robert O'Brien, que definiu a web 3.o como um "eu assíncrono e descentralizado". Web 1.0 : Centralize-os; Web 2.0: Distribua-nos; Web 3.0: Decentralize-me. - escreveu Robert.

Catone comenta que tanto Kiss, como O'Brien apontam para a recomendação, a personalização, que são as promessas da web semâtica. E continua dizendo que "a maneira mais fácil de vender a idéia da web semântica aos consumidores é falar de como ela tornará as suas vidas mais fáceis. Quando as máquinas entenderem termos humanos e aplicarem isso ao manejo da informação, nós teremos uma web que sabe o que queremos e quando queremos".

Será?

Na seqüência, Catone cita Sramana Mitra que, na sua opinião, coloca a coisa em outros termos. Mitra afirma que na web 3.0 veremos a emergência da informação contextualizada e, a partir daí, a web 3.0 se dirigirá à estas necessidades em seu contexto.

Será? Será?

Eles >> Nós >> Eu - Nesta ordem, aparentemente a web 3.0 seria a morte da web social. Sim, se considerarmos os pronomes. Não, se considerarmos os verbos. A web 3.0, ou o caminho que a web está seguindo no momento, é a da escolha das conexões, neste processo onde o 'eu' se descentraliza e filtra as suas conexões com o que 'nós' distribuímos, abrindo mão de muita coisa que alguns centralizaram.

Ou, tudo isso entraria na lógica maior, no contexto onde todas as webs estão inseridas?
Na lógica da informação como mercadoria e, também, como matéria prima de mais informação-mercadoria. Na lógica das necessidades criadas, na economia do desperdício, tão característica da nossa época.

A grande luta será identificar as nossas necessidades e escapar dos identificadores (criadores) de necessidades que embalam a informação no conteúdo e formato que querem que elas sejam consumidas.

A web 3.0, neste caso, seria a descentralização e a liberdade de escolha entre as opções oferecidas... No fast food em que parte da web vem se transformando, aquilo que escolhemos hoje, determinará aquilo que nos venderão amanhã. E se vende a própria possibilidade de vender alguma coisa...

Porém, como as coisas não são ou isso ou aquilo, e, sim, são muito mais complexas e interconectadas, é possível pensar caminhos alternativos no desenvolvimento da web. Tenha ela a numeração que tiver. Até porque estas versões 1, 2, 3 coexistem, neste exato momento.


A grande alegria é saber que por trás dos computadores existem pessoas, e pessoas não são absolutamente programáveis em suas necessidades. Pessoas tendem a se apropriar das coisas e serem incrivelmente criativas.

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segunda-feira, janeiro 21, 2008

ReadBurner, agregando o que compartilhamos no Google Reader


O ReadBurner reúne as postagens compartilhadas por usuários do Google Reader. Depois, classifica e apresenta estas postagens em diversas formas tipo: últimas postagens gompartilhadas, as mais populares, as mais populares da semana , ...

Agrega de forma geral, e apresenta todas as postagens de todos os membros ordenadas por número de vezes em que cada uma foi compatilhada ou classifica as postagens em determinadas línguas (português ainda não tem link separado).

Cada opção tem um feed que pode ser adicionado ao Googler Reader. É o filtro do filtro e, se recompartilhadas vai dar um loop em determinadas postagens.

Eu inscrevi meu link de compartilhamento e adicionei os feeds em inglês das 'mais populares' e das 'mais recentes' para acompanhar.

Aqui algumas estatísticas sobre as adesões e as postagens compartilhadas, tipo autores mais presentes, sites e colaboradores do ReadBurner.

Quando a brasileirada se inscrever e começar a recomendar leituras usando o compartilhamento do Google Reader, o português vai aparecer rapidinho por lá.

update: postagens em português saem na opção espanhol :))))))

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sexta-feira, janeiro 11, 2008

Blogs, dez anos e....



Nestes últimos dias andei refletindo e conversando sobre os blogs e outras possibilidades de interação na rede. Mais precisamente sobre os blogs mesmo, que fizeram dez anos de existência oficial em dezembro.

Como sempre a história é a história contada por alguém, geralmente a história dos vencedores e, muito frequentemente, a história de quem gritar mais e mais alto. Porém, controvérsias a parte, os blogs já tem dez anos e, neste tempo, assumiram exatamente aquilo que alguns poucos previam em 2001.

Se o primeiro blog foi tatuado na parede pela primeira família na primeira caverna ou se foi a primeira página de Tim Berners Lee ou, ainda, se foi os comentários e links do What Is New, não vem muito ao caso, a não ser como exercício arqueológico. [3]

Eu os encontrei em 2001, firmei a minha atenção sobre eles em 2002/2003, no projeto de mestrado e no primeiro artigo que escrevi sobre os weblogs (no final de 2002, acho) já antevia o seu provável 'estouro' como, de fato aconteceu em 2004.

Nesse artigo, procurei proporcionar uma visão geral sobre os weblogs, uma tecnologia de publicação digital, que pode ser considerada uma tecnologia educacional. Uma visão que suscitasse a curiosidade de educadores e pesquisadores e que capturasse o seu olhar e a sua atenção. Penso que continuaremos assistindo o crescimento rápido e consistente dos weblogs e de todos os meios a eles associados ou incorporados, como, por exemplo, as tecnologias wireless (sem fio). [1]

Uma previsão que seria meio óbvia no início de 2004 para quem acompanhava o dia-dia dos blogs. No final de 2002, início de 2003 muito pouco se encontrava escrito sobre weblogs.

Pois é, aí estão os blogs, firmando seu espaço entre a mídia tradicional, inclusive a grande. Cooptados já que não podem ser calados. Assumindo ares que, em alguns casos, poderão comprometer o seu grande potencial de diálogo.

Que os próximos dez anos consolidem o seu grande potencial para a formação de rede, a sua característica de bazar e não de catedral, o seu ar alternativo, o seu jeito hacker.

E que se finem os aprendizes de marketeiros, fissurados nos números de acessos e nos rankings, que espanam para o lado a conversa, em cujos blogs cada link é um contrato e não uma mão estendida.

Que se danem também os professores que tentam domesticar o blog como "ferramenta de ensino", que usam os blogs para postar as mesmas tarefas que escreviam no quadro de giz.

E que estes próximos dez anos wikifiquem os blogs, aumentem o seu poder comunicativo, ampliem o seu diálogo com outros aplicativos, e os transformem, cada vez mais, em ambientes pessoais, mas colaborativos, de aprendizagem. [2]

[1] GUTIERREZ, Suzana. O Fenômeno dos Weblogs: as Possibilidades Trazidas por uma Tecnologia de Publicação na Internet. Informática na Educação: teoria & prática. Porto Alegre, v. 6, n. 1, p. 87-100, jan-jun, 2003.

[2] esta última parte é a minha pré "visão" para os próximos anos.

[3] Uma listinha arqueológica para visitar:

24 Hours of Democracy
CamWorld - em junho de 1997
Robot Wisdom - Jorn Barger
Diário da Megalópole - NemoNox
Scripting News - em 1998

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sexta-feira, dezembro 14, 2007

O Google e a Wikipedia


Considerando que a maioria dos links apontados numa busca do Google apontam para algum tópico na Wikipedia, o gigante não se incluiria fora da aventura. Parece que ao invés de simplesmente indexar conteúdo, o Google (Google Knol) vai criar conteúdo. Não sei é como vai resolver esta questão de "avaliar as fontes".

Para saber mais:

Blog do Google
TechGuide

Veperu
TechCrunch

Para olhar (clique para ver mesmo @@):

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quarta-feira, dezembro 05, 2007

mapas mentais / mapas conceituais


Mindomo é um aplicativo web bem fácil de utilizar. A versão gratuita (requer inscrição) permite salvar os mapas construidos em diversos formatos: imagem, .pdf, ... A interface é bem fácil de usar embora seja em inglês.

O meu teste pode ser modificado, pois o salvei com esta possibilidade. As modificações podem ser acompanhadas por RSS.

A aparência do mapa é esta:


Simplinha, usando só o básico.

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sábado, maio 19, 2007

a internet, o big brother pessoal e o segredo da sala de aula


Estes dias rolou lá no CM um papo interessante. Não foi exatamente estes dias, foi mais precisamente durante o Seminário de Educação. O assunto foi a possível super exposição pessoal causada pelo uso de blogs e assemelhados na educação.

Na hora, o assunto já transformou os conversadores em saudáveis defensores deste ou daquele lado. Alguns disseram coisas do tipo: estas ferramentas não tem como controlar e nossos alunos se colocarão em risco revelando informações que bandidos usarão... Ou: a exposição excessiva de coisas particulares poderá prejudicar a todos os envolvidos, mesmo a exposição de fatos e falas relacionados ao ensino...

Outros, tipo eu, falaram: somos pessoas públicas, isto é , eu ando na rua carregando a minha cara e estou aqui falando alto e não cochichando... ou: pensem em como as coisas que se ensina e aprende podem ser importantes fora do contexto da sala de aula, fora do contexto daquela ação...

Falamos, também das imagens, das fotos capturadas e divulgadas sem preocupação. Lembrei logo deste meu blog no qual a imagem anda substituindo o texto, não por qualquer objetivo expressivo, mas pela maior falta de tempo minhas, mesmo...

Todo este papo foi para rodear o assunto real desta postagem que é o segredo que envolve a sala de aula (até as virtuais). Ainda é muito presente a idéia de que o que se passa na sala de aula seja assunto apenas de quem está lá dentro, algo que desaparece quando os livros se fecham e o quadro é apagado. Desaparece do mundo, mas deve ficar indelevelmente marcado na mente dos que terão de devolver tudo direitinho como foi passado na prova bimestral.

Permanece, também, a idéia de que o conhecimento é algo que deve ser regulado por aquele que entrega o conhecimento, o professor, sob o comando daquele que vende o conhecimento, a escola. A lógica que diz que aquilo que eu sei é mercadoria ou moeda, é algo que devo negociar e não compartilhar. E que, segundo os Conselhos desta ou daquela profissão, é um território perfeitamernte demarcado, cuja entrada é proibida a quem não tem a carteirinha.

Em parte, esta lógica é responsável pela resistência à sala de aula aberta, ao uso de ambientes virtuais abertos, ao trabalho interdisciplinar. No meu entender, é principalmente esta lógica que faz um professor ou a escola considerar um blog uma superexposição perigosa. O mesmo professor que se queixa da falta de solidariedade entre os alunos que não auxiliam os colegas e não conseguem trabalhar em grupo.

Mas hoje é sábado e eu estou filosofando de pijama, conversando pela rede com meus alunos (outro pecado), deixando pistas do que sou e do que faço. Lá fora tem sol, não está muito frio e tem uma bola de basquete me olhando de debaixo da escrivaninha. Vou?

update 23:29 >> Não fui...
Mas deixa pra lá que esta atualização é só para postar o link para o comentário da Cláudia que está bem melhor que o meu post. :)

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quarta-feira, agosto 24, 2005

El proyecto [zaptlogs]


El proyecto [Zaptlogs] fue concebido y desarrollado por la investigadora brasileña Suzana Gutierrez durante el cursado de su maestría en Educación en la Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Sus objetivos se orientaron a la construcción de alternativas en la formación de educadores autónomos en el trabajo con tecnologías digitales educativas y a la utilización de medios para la formación de comunidades de investigadores para intervenir en las mismas con una propuesta de apropiación de las TICs. Para ello utilizó weblogs como tecnología de comunicación digital en red que le permitiese construir espacios de investigación, colaboración y aprendizaje.
Susana accedió a compartir con nosotros su relato y conclusiones de aquélla experiencia que concluyó pero que continúa expresándose en la red.


[zaptlogs] - relato de experiência e pesquisa

Suzana Gutierrez
Mestre em Educação, Pesquisadora do TRAMSE UFRGS
Professora do Colégio Militar de Porto Alegre

>> continua com o meu relato no Dialógica

E eu agradeço a oportunidade de poder falar de um trabalho que para mim foi muito importante e inspirador das pesquisas que continuo realizando.

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domingo, julho 03, 2005

colaboração .::. colaboration .::. cooperação .::. cooperation .::. compartilhando ligações .::. sharing lin


... achados via Bloglines, alguns links que eu comentaria se tivesse tempo:

  • Yummy! >> ferramenta del.icio.us like par acompartilhar nossos .pdfs favoritos. (via Mauro Cherubini)

  • dinnerbuzz >> no mesmo estilo da anterior, classifique os seus restaurantes, bares, cafés e congêneres favoritos e eles apareceram na página geral por cidade e na sua própria. Não vi nenhum restaurante/cidade brasileira, acredito que é porque o dinnerbuzz ainda não contou com a nossa invasão :) (via Mauro Cherubini)

  • Sprol >> mapeando as conseqüências da ação humana. Um pouco da ação brasileira está aqui e pode ser comentada. Bem embaixo mais referências/mapas possíveis no assunto. (via Mauro Cherubini>

  • Foundcity >> escreva uma mensagem de texto, adicione uma imagem capturada na hora, classifique-a com palavras-chaves (tags) e remeta-a da rua por meio do telefone celular para o seu blog no Foundcity mapeando as suas andanças por aí. A ferramenta está disponível apenas para algumas poucas cidades norte-americanas, veja o blog de um usuário da ferramenta. (via Mauro Cherubini)

  • Yahoo faz parceria para inclusão digital no DF - A Secretaria de Educação do Distrito Federal e o Yahoo! Brasil anunciaram esta semana uma parceria para a capacitação de professores para o uso da internet em sala de aula. (ai...) - via IDGNow

  • Docentes aprenden a diseñar actividades didácticas bajo software libre - Con el fin de estimular en los educadores venezolanos la realización de alternativas didácticas sobre soportes informáticos, 80 docentes de todos los estados del país reciben el taller Diseño de Actividades de Aprendizaje a través de Herramientas Libres. (via ABN)

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sábado, junho 25, 2005

garimpado por aí - sobre blogs e arredores



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sábado, junho 18, 2005

colaborar / cooperar ... ainda


As queixas não são somente minhas e as reflexões também não. Algumas vêm até de bem longe.

Não é de hoje que saber é poder (Francis Bacon disse), mas a visibilidade desta assertiva nunca foi tanta. O desenvolvimento científico e tecnológico, principalmente o desenvolvimento das tecnologias informatizadas, subordinado à lógica do capital, acontece no sentido de buscar a simultaneidade espaço-temporal, de modo a acelerar o giro do capital e potencializar a acumulação. Para isso, é necessária a informação precisa, ágil e estratégica na reorganização do capital, por meio da divisão internacional do trabalho, possibilitando a sua expansão e a superação de suas crises.

Todo este movimento tem sérias implicações nos espaços-tempos de vida, em especial na vida cotidiana, no trabalho, na educação e no conhecimento.

No meu entender, esta é uma das razões para não cooperar/colaborar, no sentido que esta lógica impregna nossos modos de vida e nossa cultura. O capital não é só parte de um modo de produção, é um processo civilizatório. E é por aí as dificuldades da cultura do software livre que mostrou claramente em alguns discursos do 6º FISL as contradições que enfrenta. Comentei isso com o povo da lista Colab, que comentavam como a atual crise política poderia comprometer o avanço de uma política de software livre no Brasil.

segue daqui a pouco ... SOS doméstico bipando aqui

Voltei!

Na seqüência desta reflexão segui os links propostos pelo Daniel Lemire e encontrei este artigo que pretendo ler com mais atenção, do qual me interessei por este diagrama:



e dei uma mexida nele para pensar um pouco:



alguém pensa junto?

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domingo, junho 12, 2005

colaboração


No meu entender colaboração/cooperação é o fundamento da web. Pelo menos da web de Tim Berners Lee e dos primeiros hackers.

Cooperação/colaboração é um assunto sempre presente quando se discute o uso das tecnologias da informação e da comunicação, seja louvando os aspectos colaborativos como potencializadores de algum projeto, seja apontando a a falta de colaboração como causa da falência de algum outro projeto.

Hoje, passeando pelo Bloglines, descobri este wiki que cresceu e reuniu colaborações à partir desta chamada. Sintetizando: o autor da chamada solicitou a colaboração para criar um panorama da blogosfera européia para ser apresentado num evento, mais ou menos 24 horas depois. Blogueiros de todas as partes acolheram a proposta que foi apresentada no Reboot usando o próprio wiki. E o mais legal é que as contribuições continuam chegando.

Aí eu me pergunto sobre o que move as pessoas a colaborar. Sobretudo quando não é de seu próprio interesse. O que faz com que uma pessoa pense "este assunto interessa à ..." e gaste do seu tempo fazendo com que as informações cheguem aos interessados? Ou, em mais alto nível, quando alguém organiza e dispõe informações que poderão interessar à alguém.
O que tem de interesse próprio e o que tem de doação na colaboração?

Me pergunto, também, porque as pessoas não colaboram, mesmo quando está à um click do mouse a possibilidade de colaborar, mesmo quando dominam e conhecem o assunto ou objeto de possível colaboração?

No caso especificamente brasileiro, o quê, culturalmente falando, incrementa ou inibe a colaboração?

Estas perguntas já foram feitas aqui e em outros lugares e diversas respostas chegaram, porém as dúvidas persistem.

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