dinnerbuzz >> no mesmo estilo da anterior, classifique os seus restaurantes, bares, cafés e congêneres favoritos e eles apareceram na página geral por cidade e na sua própria. Não vi nenhum restaurante/cidade brasileira, acredito que é porque o dinnerbuzz ainda não contou com a nossa invasão :) (via Mauro Cherubini)
Sprol >> mapeando as conseqüências da ação humana. Um pouco da ação brasileira está aqui e pode ser comentada. Bem embaixo mais referências/mapas possíveis no assunto. (via Mauro Cherubini>
Foundcity >> escreva uma mensagem de texto, adicione uma imagem capturada na hora, classifique-a com palavras-chaves (tags) e remeta-a da rua por meio do telefone celular para o seu blog no Foundcity mapeando as suas andanças por aí. A ferramenta está disponível apenas para algumas poucas cidades norte-americanas, veja o blog de um usuário da ferramenta. (via Mauro Cherubini)
Yahoo faz parceria para inclusão digital no DF - A Secretaria de Educação do Distrito Federal e o Yahoo! Brasil anunciaram esta semana uma parceria para a capacitação de professores para o uso da internet em sala de aula. (ai...) - via IDGNow
Docentes aprenden a diseñar actividades didácticas bajo software libre - Con el fin de estimular en los educadores venezolanos la realización de alternativas didácticas sobre soportes informáticos, 80 docentes de todos los estados del país reciben el taller Diseño de Actividades de Aprendizaje a través de Herramientas Libres. (via ABN)
Não é de hoje que saber é poder (Francis Bacon disse), mas a visibilidade desta assertiva nunca foi tanta. O desenvolvimento científico e tecnológico, principalmente o desenvolvimento das tecnologias informatizadas, subordinado à lógica do capital, acontece no sentido de buscar a simultaneidade espaço-temporal, de modo a acelerar o giro do capital e potencializar a acumulação. Para isso, é necessária a informação precisa, ágil e estratégica na reorganização do capital, por meio da divisão internacional do trabalho, possibilitando a sua expansão e a superação de suas crises.
Todo este movimento tem sérias implicações nos espaços-tempos de vida, em especial na vida cotidiana, no trabalho, na educação e no conhecimento.
No meu entender, esta é uma das razões para não cooperar/colaborar, no sentido que esta lógica impregna nossos modos de vida e nossa cultura. O capital não é só parte de um modo de produção, é um processo civilizatório. E é por aí as dificuldades da cultura do software livre que mostrou claramente em alguns discursos do 6º FISL as contradições que enfrenta. Comentei isso com o povo da lista Colab, que comentavam como a atual crise política poderia comprometer o avanço de uma política de software livre no Brasil.
segue daqui a pouco ... SOS doméstico bipando aqui
Voltei!
Na seqüência desta reflexão segui os links propostos pelo Daniel Lemire e encontrei este artigo que pretendo ler com mais atenção, do qual me interessei por este diagrama:
Cooperação/colaboração é um assunto sempre presente quando se discute o uso das tecnologias da informação e da comunicação, seja louvando os aspectos colaborativos como potencializadores de algum projeto, seja apontando a a falta de colaboração como causa da falência de algum outro projeto.
Hoje, passeando pelo Bloglines, descobri este wiki que cresceu e reuniu colaborações à partir desta chamada. Sintetizando: o autor da chamada solicitou a colaboração para criar um panorama da blogosfera européia para ser apresentado num evento, mais ou menos 24 horas depois. Blogueiros de todas as partes acolheram a proposta que foi apresentada no Reboot usando o próprio wiki. E o mais legal é que as contribuições continuam chegando.
Aí eu me pergunto sobre o que move as pessoas a colaborar. Sobretudo quando não é de seu próprio interesse. O que faz com que uma pessoa pense "este assunto interessa à ..." e gaste do seu tempo fazendo com que as informações cheguem aos interessados? Ou, em mais alto nível, quando alguém organiza e dispõe informações que poderão interessar à alguém. O que tem de interesse próprio e o que tem de doação na colaboração?
Me pergunto, também, porque as pessoas não colaboram, mesmo quando está à um click do mouse a possibilidade de colaborar, mesmo quando dominam e conhecem o assunto ou objeto de possível colaboração?
No caso especificamente brasileiro, o quê, culturalmente falando, incrementa ou inibe a colaboração?
Estas perguntas já foram feitas aqui e em outroslugares e diversas respostas chegaram, porém as dúvidas persistem.