sábado, maio 30, 2009

Nas ondas do Google


Assunto dos últimos dias, o Google Wave promete revolucionar mais uma vez a comunicação na web. Integração entre aplicativos diversos, colaboração em tempo real, mobilidade, ... por aí vai. Boa ideia acompanhar esta maré e ver a favor de quê e de quem/ contra o quê ou quem vão estas ondas. Especialmente a proposta "código aberto" da novidade.



((sem tempo para procurar, se alguém sabe onde tem vídeo legendado me avise))

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segunda-feira, janeiro 19, 2009

Campus Party


Para quem pode estar em Sampa no Campus Party não perJustificarder:

)) Encontrão MetaReciclagem - o grupo MetaFora, antigos e esporos, se reúne num encontrão intergalático.
Metarecicleiros, vendo a agitação ontem na lista, senti saudade de participar como antigamente. Lembrei das nossas discussões que literalmente se enredavam na rede.

Como veríamos hoje estas nossas conversas de 5 anos atrás? (pena que perdi os comentários)

[1] [2] [3] [4] [5] .....

Salve, Felipe Fonseca, Hernani Dimantas, Paulo Colacino, Paulo Bicarato, TupiNambá, Maratimba!




foto do ff no Flickr - a bandeira do Metareciclagem ocupando espaço no CParty

)) Tim Berners Lee - terça, dia 20, das 13 às 14h no palco principal.

)) Barbara Dieu, Eric Messa e Luiz Biajoni estãrão numa mesa sobre Bogs e Educação.

)) Raquel Recuero, Sandra Montardo e Adriana Amaral lançarão o livro Blogs.com, uma coletânea de textos sobre blogs
(ler mais)

)) A Lilian Starobinas preparou uma agenda dos eventos interessantes para educadores.


)) Acompanhe a Campus Party:

Agenda Campus Party

Live agregando diversos feeds e twitter #cparty

Lilian Starobinas pelo Blog Educarede na Campus Party

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segunda-feira, novembro 10, 2008

a economia da informação


Não vou falar do campo de estudos que se situa entre a Economia, a Comunicação e a Ciência da Informação. Vou usar a palavra economia no sentido figurado de moderação. Uma moderação no sentido em que ela se aproxima da censura.

Foi assim com a notícia do lançamento em terras chinesas do satélite venezuelano. O Terra publicou um texto na área de 'ciências' e, se procurarmos no Google, vamos achar a notícia somente em canais alternativos.

Aconteceu no dia 29 de outubro e eu li em 7 de novembro na Agência Carta Maior. Só hoje comento.
A importância do fato para a Venezuela é óbvia e, também, é quase óbvia a sonegação desta informação, como a de todas as conquistas do povo venezuelano na sua opção por deixar de ser quintal.

Do texto de Carlos Alberto de Almeida para a Agência Carta Maior, saliento este trecho que fala do Brasil:

[...] como pode um país com a economia e o território do porte que temos não dispor de uma empresa pública de satélite? Vale lembrar que os que vivem a alardear a tal “ameaça chavista” nunca comprovada, apoiaram frenéticamente a farra da privataria que levou a Embratel a se transformar em uma empresa sob controle de capitais norte-americanos. Para se perceber a gravidade deste fato, basta citar que até mesmo informações militares brasileiras hoje dependem da operação de satélites controlados por capitalistas norte-americanos.


E, neste contexto todo, o que salta aos olhos é a importância da informação, do acesso a ela, da possibilidade de ter autonomia em termos de informação e de comunicação. E isso não se encontra fora do campo de discussão quando falamos das TIC em educação.

Aqui entra a necessidade de discutir a tecnologia, compreender a tecnologia e suas implicações. Motiva a procurar respostas para as nossas dúvidas e resistências. Em saber realmente a favor de quem e contra quem transformamos ou não as nossas práticas.

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sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Edublogosfera


No meu entender, uma lista de discussão é um recurso muito valioso para uma comunidade. Mesmo para as comunidades que se agrupam por meio da conversação dos blogs e das redes sociais.

Nem tudo é público ou publicável e, além disso, assim como os blogs socializam e ampliam o alcance do diálogo, a lista agiliza a articulação.

Pois foi no espírito de continuar formando a rede e de proporcionar múltiplos caminhos para esta conversa que flui nas infovias é que decidimos, a Lilian Starobinas, o Sérgio Lima e eu, lançar uma nova lista: a Edublogosfera.

A proposta é a de uma lista ágil e aberta, que se soma ao diálogo dos blogs. Não existe moderação e a temática da lista é ampla: educação e comunicação, na sua intersecção com a tecnologia e com todos os demais assuntos relacionados. A idéia é agilizar a distribuição das mensagens e evitar restringir a temática da lista à um grupo mais reduzido de assuntos.

Na mensagem de boas vindas, o convite à participação qjue complementa a minha chamada aqui no blog. Vamos lá?

[uma data marcante para nascer :)]

update em 1/3 >> ver também:

Edublogosfera - por Lilian Starobinas
Edublogosfera - por Sérgio Lima

1ª adesão: Simão Pedro Marinho

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terça-feira, setembro 18, 2007

Democratização da Comunicação – RS


Talvez seja a hora e a vez de antecipar o Tomanocu > day para uns e outros:


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sábado, julho 21, 2007

educação x ensino, o vôo 3054, os especialistas e as caixas pretas


ou... a era dos que se especializam em falar sobre qualquer coisa.

O Estadão criou um blog sobre educação>> Renata Cafardo: A boa (e a má) educação, comandado por uma jornalista especializada em educação (isso está lá escrito). A primeira postagem levantou a galera: mais de 100 comentários em poucas horas. A maioria bem críticos, outros tantos bastante sarcásticos.

Corre nas listas de educadores a reclamação: qualquer um acha que pode falar sobre educação e futebol. Eu diria que qualquer um acha que pode falar sobre qualquer coisa. Os blogs e a facilidade de publicação estão aí para provar isso. Esta facilidade de publicação não tem nada a ver com o Estadão, é claro.

Seria interessante assistir a jornalista Renata Cafardo responder aos comentários mais veementes por meio de uma postagem. Como este comentário / postagem do Prof. Paulo Ghiraldelli, por exemplo.

Mas a facilidade de falar tem sido a tônica nos últimos dias, considerando todas as especulações mais ou menos leigas, mais ou menos profissionais, mais ou menos ridículas, mais ou menos mesquinhas, a maioria insensíveis, feitas a respeito do acidente com o avião da TAM.

Mas é preciso vender jornais e passagens, a despeito das pessoas. E a educação tem que se adaptar, também, as demandas do mercado, inclusive o da comunicação.

Sobre isso, as imagens falam:

* publicada com autorização do autor, Eugênio Neves

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domingo, julho 31, 2005

quem é o dono da Internet?


Assim como ocorreu com o Protocolo de Kyoto, assinado por Clinton e desconfirmado por Bush, o governo norte-americano mais uma vez voltou atrás. Agora, em matéria até mesmo mais estratégica que a do aquecimento global. Em 1998, os EUA assumiram o compromisso de abrir mão do controle que exercem sobre a internet mundial. Há algumas semanas, decidiram manter o controle. Indefinidamente.

Decisão tomada em defesa de "uma internet segura e estável". Com a subserviência da maioria dos países à estas decisões unilaterais em assuntos de interesse mundial fica difícil lutar contra o domínio dos meios de comunicação por uma só nação.
[leia o artigo]

>> saiu originalmente na Folha (este link é só para assinantes) e eu recebi o artigo na lista Intermezzo.

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quem é o dono da Internet?


Assim como ocorreu com o Protocolo de Kyoto, assinado por Clinton e desconfirmado por Bush, o governo norte-americano mais uma vez voltou atrás. Agora, em matéria até mesmo mais estratégica que a do aquecimento global. Em 1998, os EUA assumiram o compromisso de abrir mão do controle que exercem sobre a internet mundial. Há algumas semanas, decidiram manter o controle. Indefinidamente.

Decisão tomada em defesa de "uma internet segura e estável". Com a subserviência da maioria dos países à estas decisões unilaterais em assuntos de interesse mundial fica difícil lutar contra o domínio dos meios de comunicação por uma só nação.
[leia o artigo]

>> saiu originalmente na Folha (este link é só para assinantes) e eu recebi o artigo na lista Intermezzo.

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quinta-feira, julho 17, 2003

revolução nas publicações


Direito de ter um weblog



Em março deste ano, a CNN pediu ao seu correspondente Kevin Sites que suspendesse o weblog (aqui) que vinha atualizando do Iraque. A ação da emissora se deu porque Kevin é funcionário da empresa e tinha um contrato de exclusividade, não podendo escrever para nenhum outro veículo, nem para o seu próprio.

Dois meses depois, em maio, o jornal Hartford Courant matou o weblog de seu jornalista de turismo Denis Horgan. Ele havia decidido fazer seu próprio site de informações sobre o setor de turismo. Seu editor impediu o feito alegando que havia conflito de interesses. Horgan, por sua vez, afirmou que o weblog é gratuito, não lhe trazia dinheiro e a atualização deste era feito fora do expediente e sem usar os recursos da companhia.

Casos como os dois acima vêm se tornando comuns.

.:: leia na íntegra


Agora a crítica:


Direito de ter um weblog




Um contrasenso a matéria de Mario Lima Cavalcanti: Direito de ter um weblog. É interessante observar a força dos weblogs. A análise do autor é muito ingênua. Faz referência, apenas, a um problema contratual.


O episódio do Kevin foi um prato cheio para os que defendem a liberdade de imprensa, mas não podemos esquecer que existiam cláusulas. E, mesmo com todo aquele papo de liberdades de expressão e de imprensa, cláusulas são cláusulas e, se você as assinou, deve segui-las.


(...) a minha conclusão é que, se uma empresa paga bem e quer ter o direito de exclusividade, tudo bem, contanto que deixe isso muito claro no contrato assinado entre o veículo e o jornalista.


Onde está o equívoco do jornalista? Simples. Da mesma maneira que a ruptura do paradigma da música e do software aconteceram, vemos a ruptura no modelo de distribuição da informação. Os weblogs quebram este monopólio. E as leis vigentes não tem muito valor nessa nova ordem. O que vale a proibição do mp3? Para quem usa o Gnutella ou o Kazaa não vale nada. E as licenças dos softwares? Viva o software livre!


Os meios de comunicação tentam coibir esta forma de expressão. Uma tendência de ridicularização desses diários pessoais. Mas, na verdade, o colunista angaria mais reputação no seu weblog do que nas tripas de papel. E ao contrário, muita gente acaba acessando a velha imprensa por causa do weblog do colunista. Muita briga vai rolar, muita notícia vai ser gerada para nos contar que essa revolução não será televisionada.


fonte: MarketingHacker

.:: dando um pitaco: Esta é uma questão que tende a ser cada vez mais discutida e receber novos aportes na área da comunicação, mas, também, na política e educação. As publicações na web cada vez mais facilitadas e acessíveis põem em prática concreta a idéia de comunicação de 'todos para todos'. Para mim um ponto de bifurcação, à la Prigogine, na comunicação e nas publicações. Caos, incerteza dos rumos e, sobretudo, a irreversibilidade.

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domingo, julho 13, 2003

o futuro do jornalismo


Howard Rheingold, um dos pioneiros a falar das comunidades virtuais, profetiza no seu livro
"Smart Mobs: The Next Social Revolution" that advances in technology would soon give everyone the tools they need to publish independent reports of news events as they are happening directly to the Web and other platforms.

...que os avanços na tecnologia vão em breve dar a qualquer um as ferramentas necessárias para publicar reportagens independentes de eventos no meomento em que estiverem acontecendo, diretamente para a www ou outras plataformas. (tradução minha)

Isso já vem acontecendo e acontecerá com maior amplitude com a disseminação dos novos telefones móveis e de toda a tecnologia wi-fi.

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