quinta-feira, novembro 27, 2008

Santa Catarina Urgente!


Rede Voluntária de Apoio às Vítimas da Enchente em ITAJAÍ e Municípios Circunvizinhos.
http://arcadenoe.ning.com/


Em Porto Alegre:

SOS Santa Catarina - iniciativa do CMPA

Visitem e façam a sua parte!

update:

O Rogério Cristofoletti, professor da Univali, traz em seu blog a visão de quem está dentro da comunidade atingida por esta calamidade.

Leia, também, Trajetória da Imprevidência pelo Eng. Guilherme Floriani

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quinta-feira, novembro 13, 2008

Contra o projeto de lei do Senador Azeredo


Atravessa a rede a chamada para uma flashmob (mobilização instantânea) amanhã, sexta-feira, dia 14/11/08 às 18h, na calçada central da Av. Paulista, 900, São Paulo.

Embora a antecedência do aviso e o ativismo do encontro não sejam uma característica de flashmob*, vale o protesto com todas as suas justas razões.

A idéia é que todos permaneçam no canteiro central da avenida, exatamente às 18h, portando algum cartaz que expresse Não ao PL Azeredo.

A audiência pública foi hoje, twitada a todo vapor e com excelente participação do Sérgio Amadeu que, no meu entender, tocou na tecla mais sensível de nossos queridos parlamentares: o medo de bancar o ridículo aprovando um projeto ridículo.

Como estou um tanto longe da avenida Paulista e não sei se haverá algum esporinho da mobilização aqui em POA, minha participação é divulgar.

****************************************************

* flashmob é um evento de curta duração e de mobilização instantânea, geralmente convocado por meio das tecnologias da informação e da comunicação. Tem objetivos mais performáticos que de protesto. Uma smartmob é um evento semelhante, porém a articulação se dá emtorno de temas de interesse social ou de grupos.

** saiba mais sobre tudo isso:

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terça-feira, setembro 18, 2007

Democratização da Comunicação – RS


Talvez seja a hora e a vez de antecipar o Tomanocu > day para uns e outros:


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domingo, setembro 16, 2007

Tomanocu > day



Será no dia 20 de Outubro a oportunidade de mandar lá naquele lugar tudo ou todos aqueles que andam merecendo.

Informações:

Tomanucu Day

Lixo Tipo Especial
Alfarrábio

e em qualquer Blog perto de sua casa.

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sexta-feira, agosto 03, 2007

Blog com Tomates


Dizer que um blog tem tomates é dizer, em brasileiro, que ele tem culhões (colhões?, bolas, ora).

(segundo o dicionário masculino as pessoas corajosas tem testículos...)
Bom, deixando de lado esta pendenga de gênero, informo que este blog recebeu a tomatada. Veio da Mary, do Vivência Pedagógica. Obrigada!

Seguindo o meme e procurando seguir, também, a idéia geral da brincadeira que é tomatar blogs que tenham coragem e que promovam os direitos humanos indico:

Dialógico

Alfarrábio


O Biscoito Fino e Massa

Sérgio Lima

InTramse

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domingo, junho 10, 2007

jogos, uma forma de dar vida à uma idéia...


Fazia tempo que eu não lia o Eric. Olhem o que achei por lá:






Observem a tela depois de sua primeira jogada...

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quarta-feira, setembro 07, 2005

outro sete de setembro


ou de como a nossa ( ) in ( ) dependência vem tentando (ou não) acontecer.

Conta a história da história que o nascimento de Cristo não foi em 25 de dezembro, que foi um pouco antes, lá por abril. Lá vai a ciência desvelando mais uma mentira famosa. Conta que a Igreja, para dar um empurrãozinho no cristianismo colocou o Natal bem na data de uma festa pagã popular. Sabe como é, festejando juntos, aos poucos os festejos e as festas se identificam e se diluem uma na outra. Foi assim que a festa do sol virou natal.

Foi mais ou menos assim que o sete de setembro marcou a independência do Brasil. Não que alguns fatos , o grito no Ipiranga, a separação legal do Brasil de Portugal etc., não houvessem ocorrido, porém faltou a essência da coisa: a independência. Aliás, a verdade, como no caso da data do nascimento de Jesus, não era importante. Importante era a forma que lhe foi dada.

Já nos disse Debord (1997, p. 18) que quando o mundo real se transforma em simples imagens, as simples imagens tornam-se seres reais e motivações eficientes de um comportamento hipnótico. E a nossa independência é uma imagem tantas vezes recriada que temos como dado aquilo que precisa ser construído.

No Brasil do século XX, conviveram e lutaram entre si três projetos de desenvolvimento e de sociedade (FRIGOTTO, 2004 ; FIORI, 2002): liberalismo econômico, nacional desenvolvimentismo, desenvolvimento econômico nacional e popular. O primeiro, baseado no ajuste fiscal, na redução do Estado, esteve (está?) recentemente atuante, dando sustentação ao governo de Fernando Henrique Cardoso; o segundo, foi o expoente da era Vargas, com seus avanços e suas mazelas e cuja legislação trabalhista vem sendo posta em questão hoje. O terceiro, o plano de construção de uma nação soberana que se relacione internacionalmente em autonomia, considerando a nossa história e valorizando nossa cultura e valores, nunca esteve no poder. Esperava-se que chegasse ao poder quando assumiu Lula.

Os dois primeiros projetos, cada um ao seu modo, legalizaram a desigualdade e a forma excludente de ser de nossa sociedade. Do terceiro, esperava-se que pudesse por fim à nossa dependência e subordinação ao capital e às suas personificações internacionais. Isso implicaria, entre outras coisas, em rever/renegociar nossa dívida externa ; em implantar uma reforma agrária que evitasse que, num país imenso e deserto, milhões de pessoas não tivessem a oportunidade de plantar e viver; uma reforma social (tributária, educacional etc) que diminuisse o fosso de desigualdade.

Porém, para se tornar elegível, Lula e o PT venderam a alma, estabeleceram alianças indefensáveis, que alguns (e eu entre eles) consideraram estratégicas e que hoje vêm a fazer com o governo e o partido a mesma homogeneização com as forças de direita que a igreja conseguiu implantar, num certo sentido estratégico também, entre cristianismo e paganismo ao alterar a data do nascimento de Jesus. Assim, como que se cria uma direita progressista que apoia Lula e uma esquerda moderada que põe em prática os projetos da direita. Deste estranho casamento surge a conjuntura a que estamos submetidos agora e que não deveria, mas surpreendeu a esquerda que acredita que um outro Brasil é possível.

No meu entender, adiamos mais uma vez a possibilidade de legitimar os festejos de sete de setembro e realizar de fato a nossa independência. A resolução da crise que estamos vivendo vai apontar o tamanho deste adiamento. Cabe a esquerda olhar para trás e ver onde as ações acumuladas romperam o limite da medida e determinaram uma trajetória diferente para o seu projeto. Cabe, também, não se deixar levar pelos oportunismos gerados pelo contexto, os quais a direita mais reacionária vem aproveitando tão bem. Desconsiderar as imagens e evitar o comportamento hipnótico.

O que faz um pesquisador quando o fenômeno estudado remete para um beco sem saída? Além de considerar bem se este sem saída é definitivo, o normal é voltar aos dados , à história e ver onde a trajetória eventualmente se desviou. Não permitir que a aparência encubra a essência das coisas. Porque a realidade não se mostra imediatamente ao homem (KOSÍK, 1976). Por isso, muitas vezes, as pessoas conhecem ou manejam a realidade, mas não a compreendem. A divisão do trabalho coopera para a fragmentação do conhecimento e a visão parcial da realidade imediata e, também, para a aceitação de afirmações que até invertem o sentido das coisas.

Neste sete de setembro, proponho uma reflexão que considere que estamos juntos num país e num mundo onde os bons frutos da nossa prática social e do nosso conhecimento se multiplicam e, ao mesmo tempo, se concentram nas mãos de uma parte da humanidade cada vez menor. Uma reflexão que possa pensar alternativas à partir desta consciência e que possa nos conduzir à verdadeira independência. Uma independência que não é um prescindir do outro, ao contrário, uma independência que parte da consciência de nossa interdependência como seres humanos e da autonomia como imperativo ético.

update 12:10 >> vamos as referências:
DEBORD, G. Sociedade do espetáculo Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
FIORI, J. L. Nome aos Bois. Instituto da Cidadania. São Paulo, Fundação Perseu Abramo, 2002.
FRIGOTTO, G. Brasil e a política econômico-social: entre o medo e a esperança. Trabalho necessário. ano 3 n. 3 Rio de Janeiro: UFF, 2005.
KOSÍK, K. Dialética do concreto. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976.

update 12:25 em diante >> outros posts dos blogleft:
:: Nós na Rede - Ações coordenadas de blogagem coletiva, projeto que nasceu da Blog-Left (copiei da Elenara) >> a qualquer momento deste batday.
:: Pátria - Afonso
:: Sete de setembro com Nós na Rede - Elenara
:: Hoje é feriado, mas eu trabalho - Lixo tipo especial.
:: Ode ao umbiguismo - Monicômio
:: Independência ou Morte - Túlio Vianna
:: O que significa independência hoje - Stuck in Sac
:: Independência e Corte - Lucia Malla
:: O país do swing é o país da contradição - Denise Arcoverde
:: Independência ou Maya - smart shade of blue
:: Às margens do Ipiranga - NCC
:: Te amo mesmo assim - Pensar Enlouquece
:: Como mulher de malandro - Contra o Consenso
:: Repensando a independência - Cynthia Semíramis

update 15h >> outros blogs que aderiram, coletado pela Denise:
:: Brasil - À Francesa
:: Brasil - Pelo Cordão - C.O.S.F. Com o sotaque francês
:: Design brasileiro - Básico e Necessário
:: Dia da independência do Brasil - Nutriane
:: Independence Day - Chez Moi
:: Liberdade, Liberdade - Encontros do Cotidiano (minha mãe)
:: Meu País - Papel Maché
:: Onde cantam os sabiás... - Tudo Pode Acontecer
:: Pátria Amada!!! - Entre Dois Mundos
:: Sete de Setembro - A Sopa no Exílio
:: Sob o mesmo céu - Macaxeira Blues

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domingo, agosto 28, 2005

Blogativismo


Ainda sem ter encerrado a discussão sobre que nome usar para a atividade, já se pode anunciar que a comunidade blog-left se decidiu a realizar uma postagem descentralizada, porém unida pelo mesmo tema. Na terça-feira próxima, quase todos nós, como nós que somos da rede estaremos falando sobre direito ao aborto.

Já prenuncio as diferentes posições que vão assomar a rede e a avalanche de comentários que poderão gerar as posições mais polêmicas, bem como o seu entrelaçamento na rede que formamos. Da minha parte, do ponto de vista de quem vê este assunto mais de uma posição pessoal e que não tem conhecimento à fundo sobre as pesquisas e encaminhamentos já existentes, me proponho a colocar o tema dentro destes limites, gerando possivelmente mais dúvidas e perguntas que posicionamento estável no assunto.

Aliás, já adianto que a minha posição em relação ao aborto provocado em circunstâncias que a gravidez é apenas indesejada é bem conservadora :) Um embião, um feto, para mim, é uma pessoa, uma vida preciosa que não deve estar sujeita a tratamento cruel e ou irresponsável.
update >> as controvérsias já começaram na lista e, depois de tapas e beijos, decidimos (até que alguém resolva questionar) que a blogagem coletiva fica assim distribuída:
:: dia 7/9 >> sobre o Brasil, é claro.
:: dia 28/9 >> que é o dia da descriminalização do aborto, sobre o que pensamos disso. Quem acompanha?
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segunda-feira, agosto 01, 2005

Blogar por liberdade


Para comemorar seus 15 anos, a EFF, que combate a censura e a vigilância na era digital, lança uma maratona de blogativismo
Rafael Evangelista

Não muito conhecida entre as organizações que apóiam os movimentos sociais, a EFF (Eletronic Frontier Foundation) é uma das ONGs que mais trabalho tem tido nestes tempos em que a vigilância e a censura são usadas com frequência sob o pretexto de combater o terrorismo. Liberdade de imprensa e de expressão, livre uso e redistribuição de conteúdos na internet e direitos de privacidade na era digital estão entre as principais preocupações da entidade. Governos autoritários e corporações gananciosas são seus principais inimigos.

No final de julho, a EFF completou 15 anos e, para comemorar a data e manter vivos seus objetivos, lançou entre seus ativistas o que chamou de blog-a-thon, ou seja, uma espécie de maratona blogueira pela liberdade no mundo digital. A idéia é fazer com que os ativistas ou simpatizantes da EFF, entre 19 de julho e 2 de agosto, escrevam sobre quando tiveram um "estalo" e perceberam que era preciso levantar a voz para defender seus "direitos digitais".

Para facilitar a redação, a entidade sugere que os blogueiros digam "quando se decidiram a lutar pelo direito:

- de permanecer anônimo na rede;
- de usar da livre expressão;
- de fazer uso justo de obras sob direito autoral e uso ativo de obras sob domínio publico;
- de ter privacidade sobre os conteúdos que lê;
- de se ver livre da vigilância governamental;
- de mexer e melhorar equipamentos e máquinas;
- de estar livre para aprender sobre tecnologia e compartilhar conhecimentos"

Cada um desses relatos publicados em blogs e sites deve estar identificado com um pequeno selo que indica que o autor participa da campanha. Esse selo também serve para que os relatos sejam rastreados e seus link sejam agregados em um site. Alguns desses textos são bastante interessantes e mostram como as tentativas de restrição à comunicação e ao compartilhamento de cultura e conhecimentos afetam a vida de muitas pessoas.

>> leia mais

Publicado em http://www.planetaportoalegre.net/: 01/08/2005.
Obrigada, Elenara!

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sábado, julho 09, 2005

Live G8


Países do G8 não irão combater raízes da pobreza no mundo
Apesar dos atentados que abalaram Londres nesta quinta (7) - e que tiraram o seu presidente, o premiê britânico Tony Blair, dos trabalhos -, a Cúpula do G8 apresentou uma série de definições que, segundo seus líderes, demonstrariam a real vontade dos sete paises mais ricos e a Rússia de combater a pobreza e possibilitar ao mundo cumprir as Metas do Milênio da ONU para o Desenvolvimento ate 2015.

Para grande parte das organizações da sociedade civil, no entanto, a cúpula não trouxe nenhuma novidade, muito menos avançou no combate real às raízes da pobreza. Segundo a direção da ONG internacional Action Aid, “o anúncio feito em junho pelos ministros de finanças do G8 foi uma boa notícia para os 18 países que teriam suas dívidas canceladas, mas só atinge 10% do problema e fica muito aquém do cancelamento total da dívida, desesperadamente necessário para mais de 60 países. Isso faz com que muitos gastem mais pagando o serviço da dívida que investindo em educação e saúde. Se as cláusulas de contrato forem checadas, se verá que o dinheiro para pagamento de juros vem sendo amplamente retirado de orçamentos de ajuda já existentes”.

De acordo com o diretor da entidade para a América Latina, Adriano Campolina, que participou da cúpula na Escócia (de onde falou à Carta Maior), como não se mencionou claramente que não haverá condicionalidades ligadas ao perdão das dívidas, é muito possível que elas de fato existam. “O Banco Mundial é o maior impositor de condicionalidades aos seus credores. Ou seja, em troca de negociações de ajuda, as instituições multilaterais apresentam condições, como avanço nas privatizações, nas desregulamentação do mercado, etc. Se isto continuar, não adianta nada o perdão das dívidas”. [Agência Carta Maior]


Lá pelo meio:
Um Blair pálido e de sorriso amarelo, visivelmente abalado pelo cismo sofrido no dia anterior, divulgou na tarde desta sexta (8) um balanço geral do evento. Destacou, em primeiro lugar, um plano de apoio à África que consistirá em dobrar a ajuda humanitária até 2010. Aliás, a ajuda para todos os países em desenvolvimento deverá aumentar, segundo a declaração final da Cúpula, em cerca de 50 bilhões de dólares por ano, dos quais pelo menos 25 bi/ano extras para a África. Ainda no item ajuda humanitária, os membros da União Européia falaram em alcançar, até 2010, uma meta de 0,56% do PIB para ajudas ao terceiro mundo, com vistas para, até 2015, atingir os 0,7% estipulados pela ONU. (destaque meu)

E aí vem a contrapartida:
"Pelo amor de Deus, parem de ajudar a África!", afirma economista do Quênia
Especialista explica que a ajuda internacional alimenta a corrupção e impede que a economia se desenvolva, o que destrói a produção agrícola e causa desemprego, mais miséria e mais dependência.
O especialista em economia James Shikwati, 35, do Quênia, diz que a ajuda à África é mais prejudicial que benéfica. O entusiástico defensor da globalização falou com a SPIEGEL sobre os efeitos desastrosos da política de desenvolvimento ocidental na África, sobre governantes corruptos e a tendência a exagerar o problema da Aids.
Ele diz: Essas intenções estão prejudicando nosso continente nos últimos 40 anos. Se os países industrializados realmente querem ajudar os africanos, deveriam finalmente cancelar essa terrível ajuda. Os países que receberam mais ajuda ao desenvolvimento também são os que estão em pior situação. Apesar dos bilhões que foram despejados na África, o continente continua pobre. [UOL, destaques meus]


E a cobertura continua:
Ativistas aprovam perdão a dívidas, mas cobram mais
O cantor Bob Geldof, que está organizando a série de shows Live 8, que visa chamar atenção para o problema da pobreza e pressionar o G8 a fazer algo a respeito, disse que o acordo é “uma vitória” e um “começo”.
Mas ele disse que o trabalho só estará acabado quando for obtido o “pacote completo: cancelamento das dívidas, duplicação da ajuda e o comércio justo”. [BBC Brasil]


Ativistas? Onde? Os movimentos sociais reunidos junto ao G8 não ganharam expressão alguma na midia. Parece que o movimento social tem só tem vida quando atrelado ao festivo Live 8. A BBC mostra apenas o lado bem-humorado da coisa.

Isso tudo lembra muito, muito, Debord:

É o princípio do fetichismo da mercadoria, a dominação da sociedade por «coisas supra-sensíveis embora sensíveis» que se realiza absolutamente no espectáculo, onde o mundo sensível se encontra substituído por uma seleção de imagens que existem acima dele, e que ao mesmo tempo se fez reconhecer como o sensível por excelência!

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sábado, junho 11, 2005

trate de infernizar seu deputado estadual


Colocou ele lá, gaúcho? Então confira se ele está fazendo o que estava combinado que fizesse.

Onde? aqui: http://www.al.rs.gov.br/transparencia

Como? Mande e-mail para o próprio. http://www.al.rs.gov.br/dep/lista_dep.asp

Isso funciona? Não sei, mas é uma boa tentativa. E eu sugiro que as informações de lá sejam replicadas onde for possível.

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sexta-feira, julho 04, 2003

Mancha negra no New York Times


Ativistas canadenses e americanos proliferam símbolo contra o consumismo e a política imperialista de Bush.

A petulante mancha negra apareceu escandalosamente em uma página inteira do New York Times, um dos jornais mais influentes do planeta. "4 de julho. Porque meu país vendeu sua alma para o poder das corporações; porque o consumismo se tornou nossa religião nacional; porque nós nos esquecemos do verdadeiro sentido da liberdade; e porque hoje patriotismo significa concordar com o presidente; eu prometo fazer o meu dever... e trazer meu país de volta", escreveram. Mas que diabo de mancha negra é essa? O que significa afinal?

replicado da Novae - leia o artigo completo

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