Não foi à toa que risquei um post hoje. Sabe quando se relê algo que se escreveu e de repente vem aquela sensação de vazio? Pois é, pelo jeito eu não fui a única a sentir isso hoje. Pelo bloglines me chega este desabafo da Elisa:
Já perdi as contas .... de quantas vezes escrevi e apaguei posts durante os últimos dias. Tudo auquilo que penso escrever aqui de repente me parece fútil e irrelevante.
Não sei como está aí em Santa, Elisa, mas aqui a coisa está cinza em tantos horizontes que sem mais aquela o cinza invade a nossa vida. Eu ainda não descobri o quê exatamente está me acinzentando a aura. Ou, se em vez de um quê, múltiplas determinações façam um complô para desesperançar tudo. Não sei o que é, mas aquele helicóptero de guerra na minha quadra é como um sinal...
Hoje acordei com um humor garfieldiano. Acordei não é bem a palavra, já que metade do meu ser recusou-se a despertar. A metade acordada saltou da cama às 6:30, deu um jeito no layout e zarpou às 7h para o CM. Céu cinza quase chumbo e um tom rosa suspeitíssimo no horizonte.
Entrei no colégio direto notando que o helicoptero ainda estava lá, impávido, como uma cigarra congelada no meio da quadra.
>> post semi-deletado após outro acesso de mau humor :(
O dia foi tão surreal que vou começar o Domingo lendo o blog do Darth Vader.
My name is Anakin Skywalker.
I was born forty-nine years ago, less a day. I was born a slave, as billions are born slaves. When I was a child I did not immediately imagine that I deserved freedom, for this was not my mother's attitude. Suffering was to be endured. She admitted a patient hope for less cruel masters, when we were between them. She taught that if freedom was in our destinies, fate would find us.
Para haver uma esquerda é preciso que se aponte o centro e este, assim como o furo fica mais embaixo, está cada vez mais para a direita. Logo ...
Eu tenho adoração por bichinhos de pelúcia. Tá, tá, Freud explica e estas coisas. Porém, não compro compulsivamente os fofos, mas não resisto a afofar alguns que encontro por aí. Ontem, no supermercado, dei de cara com um cachorrão fofo, daqueles todo patas e orelhas e gostei tanto que fiquei abraçando ele um pouquinho, já que não ia comprar. Acontece que deixei o carrinho do super trancando a passagem e uma coitada se esganiçava pedindo licença sem que eu (enlevada) me desse conta. Bah... precisavam ver a cara com que ela me olhou. Definitivamente, não se pode fazer nada um pouco excêntrico sem atrair um tipo de atenção que é muito constrangedor ...