Não, não é mais uma reflexão sobre os modos de ser na cibercutura. :) É parte das minhas andanças por Capão. Caminhar por tempo em vez de por espaço tem esta vantagem: conhecer novos lugares.
Nos passeios pela praia, andei visitando as famosas corujas de Capão da Canoa. A poluição visual ao redor do ninho não deixa margem para dúvidas quanto à sua localização.
Achei as corujas e corujos :) seríssimos. Na certa, no maior tédio de ver aquele desfile humano nas proximidades. Mas, nem aí para os mamíferos de havaianas.
Em casa, a chuva fez brotar os lírios no gramado:
E o Gordo, tão sério quanto as corujas, observa a minha atividade de fotógrafa amadora.
Hoje o dia foi de ver sol e chuva se alternarem. Veraneio é um eufemismo aqui no sul... Por um lado, a chuva é muito bem vinda, pois o Taim continuava queimando ontem e não há fantasia de carnaval que valha uma reza para parar a chuva num caso como este.
Que chova até a reserva parar de queimar.
Na foto o novo habitante da casa. Gordo estava entediado hoje: muita chuva e pouca gente disposta à brincar. As gatas? dentro dos armários, ora.
Alguém pode me informar como pode aparecer um sapo na sala de um apartamento de primeiro andar, que tem um pequeno pátio e fica no fundo do edifício fazendo divisa com dois edifícios nas laterais e, ao fundo, tem um muro de mais de dois metros de altura na divisa com duas casas?
E eu não tenho nenhum laguinho...
Pois é, ... ele está lá e entrou debaixo do sofá :(